Siga La Pelota: A eliminação na Libertadores em comparação ao desempenho no Brasileirão

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A Libertadores é a grande paixão do sul-americano. Isso a gente já sabe. O brasileiro que se classifica para esse torneio continental conta os segundos para entrar em campo. Nem sempre dá certo. Por 40 oportunidades os torcedores tiveram que se contentar com o time saindo na fase de grupos. Isso sem contar os brasileiros em pré-Libertadores.

Na noite de ontem o Atlético Mineiro perdeu em casa para o Nacional do Uruguai e encerrou o sonho, pelo menos por 2019. O outro brasileiro ameaçado por esse fantasma é o Grêmio, mas depende apenas de si para classificar-se diante do Universidad Católica, na Arena.

Os torcedores atleticanos reclamam do time que parece, muitas vezes, até sem vontade. Diferente demais do Galo Doido, popularmente conhecido. Derrotado na final do Campeonato Mineiro e eliminado na fase de grupos da Copa Libertadores. Restam ao alvinegro a Copa do Brasil (onde já está garantido nas oitavas de final), uma tentativa na Copa Sul-Americana e, é claro, o Brasileirão.

Contudo, não trago boas notícias aos atleticanos. Com base no retrospecto de times eliminados na fase de grupos, o Galo precisará se reforçar para não ficar no meio da tabela. Como disse no início, em 40 oportunidades os clubes foram eliminados na fase de grupos do torneio. Dessas todas, apenas 7 vezes a equipe eliminada ficou entre os quatro primeiros colocados do Campeonato Brasileiro

Em 1968, o Náutico acabou na quarta colocação. O mesmo aconteceu com o Palmeiras em 1979. O então atual campeão brasileiro, Grêmio, em 1982 ficou com a segunda colocação. O tricolor gaúcho ainda foi terceiro colocado em 1990. Dos que saíram do lixo ao luxo, o Internacional em 1976, o Flamengo em 1983 e o Palmeiras em 2016 são os três exemplos de clubes que saíram na fase de grupos da Copa Libertadores e se tornaram campeões nacionais naquele ano.

Portanto, o Galo deve combater os 82,5% de chances históricas se quiser ficar entre os quatro primeiros. É correto afirmar que a queda tão repentina na Libertadores atrapalha todo o planejamento do ano. É hora de se remontar.

GABRIEL LEMOS

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